REPORTAGENS
reportagens e entrevistas QUE estÃO SENDO cuidadosamente recuperadas e CATALOGADAS sobre O VIOLONISTA brasileiro Darcy Villa Verde.
Aqui você encontrará algumas reportagens feitas sobre Darcy Villa Verde.
Chama a atenção a quantidade de material reunido até agora.
O volume de entrevistas e reportagens nos jornais somam-se aos milhares.
Até o momento, foram compiladas e catalogadas mais de 4.000, e acreditamos, pela quantidade já existente e que continua a chegar, que o número ultrapassará bem mais que o dobro do que já foi arquivado.
Não se tratam de anúncios ou pequenas notas em colunas anunciando apresentações, mas sim de matérias de meia página, uma página, às vezes duas, destacando sempre a sua capacidade de surpreender o público com técnicas, interpretações e abordagens históricas e não protocolares, desmistificando o concertista erudito de violão como um músico frio, distante e solene.
Muito pelo contrário, apresentando o concertista como alguém acessível, que entende e deseja a proximidade com o público.
Como um verdadeiro intérprete e comunicador que era, além de reconhecido como um músico de rara habilidade e dotado de uma musicalidade e técnica capaz de fazer o violão soar na alma, como descreveu um dos mais severos e exigentes críticos de violão, o senhor Vladimir Bobri, Darcy Villa Verde trouxe o mundo da música erudita para o nível de consideração do povo brasileiro.
O impacto que causou no público e na mídia com suas apresentações, foi tão surpreendente que funcionou como um verdadeiro divisor de águas ao demonstrar que música clássica podia ser tão empolgante quanto a popular, levando a plateia a pedir por interpretações de clássicos, o que deixava os críticos e os formadores de opinião, assombrados.
Para que se tenha uma ideia do que dizemos, basta observar as matérias dos jornais, nesta pequena amostragem que disponibilizamos.
O tom e a abordagem sempre emocional, não só realçavam o efeito que suas apresentações causavam, como também estimulava a todos irem assistí-lo, principalmente por destacar sua habilidade de se expressar musicalmente em um nível superior, não importando o gênero e os estilos musicais que executasse.
Claramente o impacto que seu trabalho causava no público e nas mídias pelas apresentações e interpretações que dava, lotavam as salas e estimulavam a mídia e os formadores de opinião a promoverem Darcy Villa Verde, ajudando-o neste desafiador e exaustivo trabalho de divulgação da música clássica através do violão clássico, ao longo de toda a sua trajetória profissional.
A repercussão era nacional, e seu nome sinônimo de excelência máxima em termos de violão, no clássico e no popular.
Não se tratava da opinião de alguns críticos, mas de testemunhos dados em rede nacional, por meio de declarações inesperadas, surpreendentes e muito entusiasmadas, pelos mais importantes apresentadores de TV e Rádio do Brasil, e por colunistas dos principais jornais da época.
Algumas delas, inclusive, pegava o violonista Darcy Villa Verde de surpresa.
Jornais de grande circulação e alcance como o Jornal do Brasil, O Globo, Jornal do Commércio, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Correio Braziliense, Gazeta de Notícias, Gazeta Mercantil, O Estado de Minas, assim como as revistas Rolling Stones, Classical Music, Manchete, O Cruzeiro, Fatos e Fotos, Amiga e inúmeras outras, concediam frequentes entrevistas e reportagens sem nenhum tipo de investimento por parte dele e de sua equipe de produção.
O que chama a atenção, é que apesar de toda a quantidade de material e registros no Brasil e também no mundo, e de ter sido um dos principais nomes por elevar o violão brasileiro à condição respeitada e nobre de instrumento de concerto, Darcy Villa Verde desapareceu da memória e dos registros oficiais.
Nosso objetivo, agora, é resgatar seu nome, sua arte e sua música que, única, marcou presença nos palcos dos principais teatros e salas de concertos espalhados pelo Brasil e países em que se apresentou, e devolvê-los à própria história da música profissional brasileira.
Uma coisa que se nota e da qual Darcy Villa Verde se ressentia, apesar de se considerar um agraciado pela mídia, é que ele foi sempre muito pouco explorado musicalmente nas suas entrevistas. Absolutamente inovador e com tanto por dizer a respeito da música e de sua sonoridade interpretativa, principalmente no violão, era comumente abordado pelas mesmas perguntas e curiosidades de sempre que procuravam instigar polêmicas no intuito de provocar repercução – ‘buzz’ – e que se repetiam cansativamente em suas reportagens, salvo algumas exceções.
Villa Verde, porém, compreendia que tal realidade fazia parte do processo de produção de conteúdo num país ainda muito ressentido em termos de cultura erudita, naquela época.
Esta a razão de termos trazido e enfatizado a exposição de suas ideias, reflexões e pensamentos a respeito de música, violão, sonoridade, técnica e interpretação, neste ‘Sitebook’.
Abaixo, reportagens de capa, de página inteira, página dupla, meia página de jornal, colunas e algumas matérias em revista.
Havendo interesse, as reportagens poderão ser substituídas para que o visitante possa ir gradativamente acompanhando cada uma e poder, desta forma, compreender um pouco melhor o artista e o músico, e como Darcy Villa Verde se relacionava com a mídia no propósito de divulgar a música clássica, o seu trabalho, o seu nome e as suas memoráveis interpretações.
